Já passavam das 22:00h de terça-feira (11/03/14), quando os presos tomaram conhecimento de que a Polícia havia interceptado a droga e os aparelhos celulares que seriam introduzidos na carceragem da Coordenadoria Regional de Polícia (21ª Coorpin), onde atualmente abriga sessenta presos a disposição da justiça criminal de Itapetinga, número que indica superlotação.
Os presos iniciaram uma tentativa de rebelião, promovendo verdadeira desordem, quebra-quebra, forçando as grades nas paredes, atirando pedaços de reboco e urina nos policiais que inicialmente pediram a eles para conter o movimento. Sem sucesso, o delegado plantonista Marcos Larocca pediu reforço da Polícia Militar e novamente tentou de todas as formas uma negociação, visto que o tumulto era generalizado, não havia entre eles, um líder que podesse falar das reivindicações.
O tempo foi avançando sem acordo até que o delegado Marcos Larocca contou com o reforço de policiais Militares do PETO e ROTAM que chegaram à Coorpin em viaturas plotadas e prontos para auxiliar nas negociações. Os detentos gritavam, xingavam policiais e até o delegado, atiravam objeto em direção aos mesmos e demonstravam que não queriam acordo.
Dr. Marcos Larocca tentou pela última vez a negociação juntamente com o Pelotão Especial da 8ª CIPM, sem, contudo, adentrar a carceragem, apesar da baderna e destruição de grades e paredes. Por volta de meia noite e meia (00h30min), os presos decidiram parar com a rebelião. vale ressaltar que o delegado Marcos Larocca desde o primeiro momento, manteve contato com a coordenadora regional, Dra. Rosilene Moreira e o delegado Dr. Irineu Andrade.
Dra. Rosilene Moreira (coordenadora regional da 21ª Coorpin) diante do ocorrido manteve contato com a juíza titular da Vara Crime, Vara de Execuções Penais e Tribunal do Júri, Dra. Mirna Fraga e a manteve informada do episódio. A magistrada prometeu visitar o Complexo Policial e falar com os delegados na manhã desta quarta-feira (12/03/14).
Os familiares dos detentos tomaram conhecimento do episódio e começaram chegar ao pátio do Complexo Policial em caravana, cerca de umas 30 pessoas, querendo saber o que de fato havia ocorrido. Se reuniram no pátio, fizeram orações, interdeceram a Deus pelos seus familiares e aguardaram o desfecho do caso até às 02:00h da madrugada.
Oficiais da Polícia Militar e os integrantes dos Pelotões Especiais (PETO e ROTAM) começaram a deixar a Coorpin em direção ao quartel da 8ª CIPM após o término do tumulto. A polícia contou com o parato de 10 viaturas da Polícia Militar e Polícia Civil, mais de vinte (20) policiais, dois oficiais, agentes investigadores, escrivães e o delegado plantonista Marcos Laroca, responsável pela negociação sem invasão a carceragem, o que poderia aumentar ainda mais os ânimos dos presos e a polícia seria obrigada a agir com rigor.
oh meu deus tenha misericordio
Na verdade nós não somos demagogos, esses bandidos nao se sabe como sempre davam um jeito para que se entrasse ali Serras,bebidasdrogas etc…. Só que os Investigadores de alguma forma tomou conciencia dessas inrregularidades, e começaram a monitorar, o que resultou nessa interceptação, que seja assim sempre, Parabens a POLICIA CIVIL E A POLICIA MILITAR PELO APOIO, A comundade Itapetinguense agradece …!!
eu nao entendo como esses bandidos consegue essas coisas porque quando os familhiares vao vizitar osparentes o pessoal de la so falta virar sa pessoas pelo avesso porque nao faz o mesmo com os advogados