BRASIL É DESTAQUE NO UNICEF POR POLÍTICAS DE PROTEÇÃO À INFÂNCIA

O Brasil é exemplo de políticas e iniciativas capazes de prevenir a violência contra crianças e adolescentes, conforme relatório lançado nesta semana pelo Unicef, Fundo das Nações Unidas para a Infância, em parceria com a OPAS, Organização Pan-Americana da Saúde.

O documento destaca programas brasileiros voltados para as crianças e adolescentes, como o Primeira Infância Melhor, no Rio Grande do Sul, que atua com visitas domiciliares a famílias com crianças até 5 anos, oferecendo orientação sobre saúde, cuidado e desenvolvimento. O país também é citado por avanços no sistema de justiça com a Lei da Escuta Protegida, que garante que crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência sejam ouvidos em espaços seguros e por profissionais capacitados, evitando a revitimização.

Luiza Teixeira, especialista em Proteção à Criança do UNICEF, fala sobre o destaque brasileiro. “O Brasil, de fato, tem um arcabouço legal e político bastante avançado no que diz respeito à proteção de crianças e adolescentes contra as violências. Porém, a gente sabe que colocar essas leis e políticas em práticas ainda apresenta muitos desafios. Ainda assim, temos experiências concretas, bem sucedidas, como a implementação da lei 13.431 de 2017, que é conhecida como lei da escuta protegida”.

O relatório também mostra que, apesar dos avanços, a violência na América Latina e no Caribe segue ameaçando gravemente a vida e o bem-estar de milhões de crianças, adolescentes e jovens, como reforça a especialista.

“O número de crianças e adolescentes da América Latina que são vítimas de violência física, castigos corporais, violência sexual que inclui o abuso e exploração e violência letal, sobretudo naqueles contextos afetados pela violência armada, seguem extremamente altos”.

Segundo o documento, a consequência mais grave dessa violência é a morte de milhares deles. A taxa de homicídios de adolescentes meninas, por exemplo, dobrou entre 2021 e 2022.

Além disso, é destacado que a violência está presente desde idades muito precoces. Entre os tipos de violações encontradas estão disciplina violenta em casa, bullying escolar e violência em ambientes digitais.

Entre as recomendações das organizações para reverter o cenário estão: fortalecimento e cumprimento de leis de proteção à infância, controle efetivo de armas de fogo, capacitação de policiais, professores e profissionais das áreas social e de saúde, apoio a pais e cuidadores e investimento em ambientes de aprendizagem seguros. Por Agência Brasil

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Sobre Sizinio

Natural de Itapetinga, Evangélico, Casado com Cris Sousa, Radialista / Locutor Noticiarista / Repórter Policial há 28 anos. Trabalhou na Rádio Fascinação durante 13 anos como âncora do Programa NA BOCA DO POVO. Teve passagem nas Rádios Cidade FM e Jornal AM, foi Agente Público (Administrativo) da DT de Itapetinga (Delegacia Territorial) até 2016. Líder Comunitário, Presidente do Conselho Comunitário de Segurança Pública, membro e representante da Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública do Estado da Bahia no Território Médio Sudoeste, presidiu por três anos a Coordenação Municipal de Defesa Civil de Itapetinga (COMDEC), foi membro do Conselho Penal da Comarca de Itapetinga, presidiu a Associação de Moradores da Nova Itapetinga (AMONI), foi por dois anos, Assessor de Comunicação da SIBI (Segunda Igreja Batista de Itapetinga - período 2017/2019) e é um dos Editores do Itapetinga na Mídia... Contato: Whatsapp (77) 98818-9065 (Whatsapp) / E-mail: reportersizinio@gmail.com

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