*Walmir Freitas
Ainda hoje, me foi ofertado por um amigo um texto cujo título se refere ao sepulcro das ideias, tendo como fonte de divulgação o site uniblogbr.com. Após a leitura do mencionado texto, diga-se de passagem, de autoria de um Policial Militar, não identificado, consegui abstrair dele o seguinte: há quanto vale o dito popular, manda quem pode, obedece quem tem juízo.
Em seu texto, o oficial-escritor conseguiu demonstrar, de maneira esclarecedora, os meandros de poder dentro do Poder da Polícia Militar.
Inicialmente, ele, então um praça simples, cria em si o senso de observador e como tal, passa a analisar o comportamento dos homens que comandam os destinos dessa intrigante organização. Segundo nosso policial relator, só depois desse entendimento é que há a sua adaptação ao meio profissional a que se dispunha estar.
Ele discorre em seguida acerca dos ideários revolucionários levantados pelos iniciantes da carreira policial militar. Primeiramente, muitos pensam em mudanças. Diz ainda o nosso escritor que, por inúmeras vezes, ouviu seus companheiros repetindo esta mesma frase nos primeiros anos de oficialato: “Quando eu chegar a coronel, vou mudar isso, vou mudar aquilo…” etc, etc, etc,…
Nesta trajetória até a “terra prometida” eis que, quando chegam a capitão, muitos deles já esqueceram a idéia “revolucionária” de mudar a PM, e, por isso, são chamados de “precoces”, uma vez que logo entenderam que o sistema foi feito para eles. Outros, ao contrário, galgam o posto de major e, os preteridos ou perseguidos pelo sistema são aqueles que ainda reclamam e falam em mudanças.
De tenente-coronel acima, “mudança” é apenas uma palavra no Aurélio. Até mudança de local de trabalho se chama “movimentação” e mudança de comando se chama “passagem”.
Aqueles que conseguem atingir ao último posto da corporação (coronel) são os que o sistema já os absorveu por inteiro. Eles não falam mais em mudança ou em ideias contrárias ao seu agora amado sistema. Neste diapasão, o texto compara um coronel da PM a uma pessoa pobre que consegue enriquecer e passa a ter raiva de pobre, principalmente dos parentes pobres.
Consoante o entendimento do nosso anônimo PM redator há no último posto da corporação muito espólios a serem rateados e é por isso que o sistema se mantém de pé por quase dois séculos, quase sem mudanças.
Na verdade, para se manter no poder, sepultam-se ideias, o que é feito caiando as vozes e enterrando mudanças indesejadas.
Clique aqui e leia na íntegra o texto "O Sepulcro das Ideias".
Walmir Freitas é Escrivão de Polícia e colaborador do Itapetinga na Mídia.
Não existe nada mais humilhante que ser praça da policia militar de qualquer estado. O comando lhe trata como o mais leproso dos seres. Para um oficial da PM um praça (soldado, sargento etc..) é meramente um brinquedinho, um escravo, um capacho particular seu. Só quem é ou já foi praça sabe o que sofre-se nas mãos dos oficiais donos da polícia militar, é a perda total da dignidade. Peço que publiquem o comentário , pois é a triste e cruel realidade oculta dos quarteis.
BISPO, O SER HUMANO É ASSIM MESMO. LUTA COM TODAS AS SUAS ARMAS PARA CHEGAR AO PODER. PARA TANTO, SE APRESENTA REACIONÁRIO. DEPOIS QUE CONQUISTA SEU SONHADO CARGO, SE ALIA AO SISTEMA QUE O COLOCOU ALI. ESQUECE QUE O PODER É TRANSITÓRIO, E QUE OUTRAS PESSOAS TEM O DIREITO DE GALGAR ESTE MESMO LUGAR ONDE AGORA ESTÃO. PREOCUPADOS EM SE MANTER NO CARGO (PODER) ESQUECEM DE VER QUÃO BELO É A OPORTUNIDADE QUEM TEM DE CONVIVER COM PESSOAS (SUBORDINADOS-PARCEIROS) MARAVILHOSOS. QUE PENA, DEIXARAM SER ENGOLIDOS POR UM DOS SETE PECADOS CAPITAIS. COM A GRAÇA DE DEUS, UM DIA VIRÁ ALGUÉM QUE PORÁ DE PERNA PARA O ALTO TODO O SISTEMA VIGENTE.
Ha poucos dias vi com orgulho e emoção a Polícia Cearense aquartelada exigindo melhores salários, foram quatro dias parados e o governo não aguentou e logo abriu as pernas. Gente, precisamos criar coragem e deixarmos de covardia e lutarmos por melhores salários, será que temos coragem de enfrentarmos bandidos armados para defender a família dos outros e não temos coragem para enfrentarmos um governo medíocre e autoritário para defender a nossa própria família, até quando vamos ser covarde, será que precisa o governo ir até a imprensa e dizer que nosso salario será reduzido para o salário mínimo e ai só então teremos coragem de parar. Precisamos parar e rever nossos valores, nos valorizarmos mais, se for pensamos no que a sociedade pensa e no que a imprensa vai dizer nós nunca faremos nada, pois para a grande parte da sociedade só fazemos falta quando precisa de nós, e da imprensa nós nunca termos apoio mesmo, pois esta sobrevive dos milhões de reais que os governos desembolsam na maioria das vezes para fazer propagandas enganosas e ainda tem as ASSOCIAÇÕES que até aonde eu tenha conhecimento pouco fazem por nós, onde estão elas agora, porque este é o momento de lutarmos, estamos nos aproximado da maior festa de rua do mundo que é o CARNAVAL E CERTAMENTE O GOVERNO NÃO IRIA AGUENTAR, SÓ QUE PARA ISSO PRECISA AS ASSOCIAÇÕES DEIXAREM DE PICUNHINHAS E SE UNIREM POR UM SÓ IDEAL.
TAMBÉM NA NOSSA ORGANIZAÇÃO DENOMINADA POLÍCIA CIVIL DA BAHIA, OS QUE JÁ GALGARAM POSIÇÕES MAIS ELEVADAS, QUE ACHAM QUE NÃO PRECISAM DE NINGUÉM, QUE ESTÃO COM OS BOLSOS CHEIOS, QUE RECEBERAM BONS AUMENTOS SALARIAIS E AINDA GANHAM COM DIÁRIAS E OUTROS MEIOS QUE FAZEM AUMENTAR CADA VEZ MAIS OS SEUS SALÁRIOS, NÃO SE PREOCUPAM COM A CATEGORIA QUE MAIS TRABALHA DENTRO DE UMA DELEGACIA, QUE DESEMPENHAM UM TRABALHO TÉCNICO ESPECIALIZADO, CHEIO DE DETALHES, COMO É O SERVIÇO DO ESCRIVÃO DE POLÍCIA, ESSES SÃO OS MENOS VALORIZADOS E TRABALHAM POR AMOR À CAUSA, E MERECIAM GANHAR BEM MAIS, PORÉM AS CHEFIAS SÓ QUEREM AUMENTAR A NOSSA CARGA DE TRABALHO E JAMAIS SE PREOCUPAM COM A VALORIZAÇÃO SALARIAL NOSSA.ASSINADO: FERNANDO NUNES GUSMÃO.
O poliial Militar “praça”, só deixa sr humilhado por um “oficial” quando este tbm é incometente. Hje em dia isso acabou, sou praça a 9 anos e nunca aconteceu isso cmg, pelo contrário sou reonhecido e tratado com dignidade por todos. Quem az a diferença é vc. Se vc não pode mudar a PM, não deixe que ela mude vc.