(Foto: Internet)
A tragédia do crack não é nova para o Brasil. Há anos, o país convive com o drama de violência e morte. Novo e oportuno, contudo, é o fato de a elite política do país, enfim, reconhecer a emergência do problema.
Em seu primeiro discurso como presidente eleita, Dilma Rousseff disse que o governo não deveria descansar enquanto "reinar o crack e as cracolândias". Poderia ter falado genericamente "drogas", mas referiu-se especificamente ao "crack".
Não foi à toa.
Estima-se que no mínimo 600.000 pessoas sejam dependentes da droga no país – variante devastadora da cocaína que, como nenhuma outra, mata 30% de seus usuários no prazo máximo de cinco anos.
Comparado a outras drogas, o crack é sem dúvida a mais nefasta, porque produz rapidamente a dependência: sob a compulsão pela substância, o usuário desenvolve comportamentos de risco, que podem chegar à atividade criminosa e à prostituição. A dependência chega a tal ponto que o usuário perde a capacidade de decidir se usará ou não a droga.
A mancha do crack se espalha entre usuários de drogas devido a uma combinação de acesso econômico e potência química. A relação entre preço e efeito faz do crack uma droga muito popular, de fácil acesso.
Estimativas americanas apontam que, a cada dólar gasto no combate às drogas, a sociedade economiza até sete dólares em despesas com hospitais, segurança pública e acidentes de carros, entre outros.
No caso devastador do crack, fica evidente que a cruzada antidroga pode economizar ainda mais vidas.
Com Informações de matéria publicada na Revista Veja.

ibicui nao tem policia as drogas esta em todas esquina mas eles nao so pega bebado e doido os de itapetinga que vei e acha todas esquina tem um passando as droga
jesus eu nao sei o que esta acontecendo com o nosso pais ,as drogas esta entrando com tanta facilidade que nem as autoridades esta dando conta disso ,e sao as familias que sofre com isso .