Morre-se mais em acidentes de trânsito do que por homicídio ou câncer. A constatação é de uma pesquisa divulgada pela Revista Veja, nesta semana.
Assim, brasileiros tem mais motivos para temer um cidadão qualquer sentado ao volante ou sobre uma moto do que a possibilidade de deparar com um assaltante ou de enfrentar um tumor maligno.
Itapetinga também faz parte desse contexto e da forma mais cruel. Em 2013, o número de acidentes com vítimas fatais quase que dobrou em relação aos homicídios. Foram 12 mortes no trânsito, enquanto que a Polícia contabilizou 08 homicídios. Os dados são da Polícia Civil de Itapetinga.
Um acidente emblemático ocorreu recentemente, quando uma caçamba desgovernada, conduzida por um motorista inabilitado, feriu duas crianças e matou outras duas, no dia primeiro de agosto.(Clique aqui e reveja a matéria).
Outro evento que marcou a região, ocorrido na rodovia, foi com a promotora Genísia Silva Oliveira, no dia 17 de janeiro. (Clique aqui e reveja a matéria).
Ao contrário às mortes fatais no trânsito, o número de homicídios tem diminuído em Itapetinga. De janeiro a junho de 2013 a queda foi em torno de 35%, em comparação ao mesmo período de 2012.
Mortes no trânsito: uma tragédia nacional.
e o pior é que nada se tem feito para mudar essa realidade, o que a comutran eo detran estao fazendo? cade as campanhas educativas as blitz para coibir menores e pessoas nao habilitadas que esta transitando normalmente pelas ruas da nossa cidade? eu vi um menino de uns 12 anos pilotando uma moto cinquentinha na avenida americo nogueira e aí nao acontece nada, é um absurdo, temos que mudar essa realidade, nao podemos ficar assistindo de camarote.
MEU PREZADO COLEGA E IRMÃO, BISPÃO (JOSÉ BISPO) LHE DESEJO UM FELIZ ANIVER´SARIO, QUE DEUS TE ABENÇOE E TE ILUMINE, DESEJO QUE DEUS DERRAME RIOS DE BÊNÇÃOS SOBRE A SUA VIDA, PAZ FELICIDADE E PROSPERIDADE. SÃO OS SINCEROS VOTOS DE SEU AMIGO E COLEGA: FERNANDO NUNES GUSMÃO.
pergunta-se:
quem tem a responsabilidade de diminuir o impacto dessa triste realidade?
quais seriam os métodos utilizados?
essas e outras perguntas deveriam ser feitas e respondidas pelos próprios, responsáveis pela ordem e fiscalização do trânsito. mas o que temos visto é que cada vez maior é o grau de comodismo dos nossos
orgãos públicos, precisamos de mais incentivo dos governantes e autenticidade dos funcionários.